Microsoft abandona PDF Reader buscando aumentar o sucesso do Edge.

A Microsoft vem tomando, desde o lançamento do Windows 10 nos desktops, algumas medidas controversas que de certa forma ''forçam'' o usuário a utilizar os seus serviços ou até mesmo atualizar para a nova versão do sistema operacional da empresa. Nos dispositivos mobiles a polêmica não é diferente e agora o fim do PDF Reader, anunciado pela empresa, deve reacender essa discussão.

A partir de agora, todos os usuários do Windows 10 Mobile terão de lidar com o fim do aplicativo, anunciado pela própria Microsoft no app, tudo para privilegiar o seu ''novo'' navegador Microsoft Edge, entenda.

O objetivo da empresa estadunidense com o fim do PDF Reader é fazer com que os usuários, ao menos do Microsoft Edge, utilizem o leitor de PDF do próprio navegador ao invés de um produto externo. Não é de hoje que a empresa se esforça para fazer com que o Edge seja o leitor de arquivos em PDF utilizado pelos usuários, algo que acontece desde o ano passado, mas nos desktops. O PDF Reader, aliás, era um dos aplicativos mais bem avaliados e populares da loja de aplicativos do sistema da Microsoft.

A medida é polêmica pelo fato de, de certa forma, limitar as opções do usuário, visto que praticamente todos os usuários preferiam o PDF Reader ao leitor padrão do próprio navegador Edge, embora por outro lado isso signifique que a empresa deva investir em mais recursos e ferramentas para o leitor do navegador, o que pode ser algo positivo, certamente, por outro lado.

Já a dúvida que fica entre os usuários é se ao menos de imediato o Microsoft Edge terá todas as ferramentas necessárias para suprir as necessidades dos usuários ou se ainda será necessário esperar até que o navegador da empresa receba mais funcionalidades.

Todavia, isso não quer dizer que você não poderá utilizar outros leitores de PDF para abrir esses arquivos, que estão disponíveis para o sistema da Microsoft, este aliás, é um ponto a se ressaltar, visto que a medida da Microsoft pode se tornar um tiro no pé exatamente por acabar abrindo o caminho para que os usuários que não gostam do leitor de PDF do Edge, optem por um serviço externo, mas que sequer é da própria Microsoft. Resta aguardar.


Entenda aqui os motivos que levaram a justiça brasileira a bloquear o WhatsApp no Brasil.

O aplicativo de envio instantâneo mensagens de texto mais famoso do país foi bloqueado novamente este ano, o bloqueio teve início na segunda feira, dia 02 de maio, às 14 horas e foi mantido até terça-feira, dia 03 de maio. A determinação foi emitida no dia 26 de abril pelo juiz Marcelo Montalvão (Comarca de Largarto – Sergipe), para todas as operadoras de telefonia fixa e móvel (Tim, Claro, Vivo, Oi e Nextel). As operadoras foram obrigadas a cumprir a ordem da justiça já que o descumprimento geraria multas de 500 mil reais. O bloqueio ocorreu devido a uma investigação da Polícia Federal à respeito de informação sigilosas de uma quadrilha interestadual, informações que a empresa responsável pelo Whatsapp e Facebook na América Latina não está cedendo às autoridades.

A mesma companhia já está envolvida em processo judicial do juiz Marcelo Montalvão, o qual levou a prisão do vice-presidente do Facebook, Diego Dzodan, em março de 2016. Não é a primeira vez que ocorre o bloqueio do Whatsapp por conta de descumprimento de normas judiciais. Em dezembro do ano passado, o Whatsapp sofreu um bloqueio de 48 horas por conta da companhia não respeitar a ordem de quebra de sigilo de investigados pela Polícia Federal. Mesmo com o bloqueio, a empresa conseguiu uma liminar que liberou o uso antes do prazo final do bloqueio. Em fevereiro deste ano, novamente o Whatsapp recebeu determinação de bloqueio devido a uma deteminação no Piauí, este bloqueio foi realizado com o intuito de fazer a empresa do Facebook colaborar com investigações referentes a casos de pedofilia, porém, novamente foi suspensa e o acesso foi liberado.

Com o bloqueio do aplicativo, usuários passaram a buscar outros apps de comunicação semelhantes ao Whatsapp. O principal deles é o Viber, que possui cerca de 400 mil usuários a menos que o Whatsapp, possui plataforma para mensagens de texto, vídeo e suas chamadas possui qualidade HD de som e imagem. Para os usuários do Google, o aplicativo Hangouts possibilita bate-papo pelo chat e opção de enviar SMS. Apesar do foco em chamadas de vídeo, o Skype também é uma boa opção para trocar mensagens de texto, vídeo e áudio. Sem esquecer do próprio Facebook, que é da mesma companhia do Whatsapp e estará liberado durante este período.

Fabiana Maria Castro da Rosa


App está disponível para usuários dos sistemas Android e iOS.

Desde o último dia 24 de março, a versão em português do Primer já se encontra disponível para usuários brasileiros. O app criado pelo Google tem como principal finalidade ensinar de maneira simples e direta os conceitos mais básicos do marketing para proprietários de empresas, empreendedores, funcionários e interessados em geral na novidade.

O app se propõe a auxiliar essas pessoas a realizarem o planejamento de ações visando obter melhores resultados, o que consequentemente tornará mais simples a definição do público alvo das campanhas, bem como a mensuração do retorno e resultados almejados.

O Primer foi desenvolvido levando em consideração a praticidade e o tempo disponível de grande parte dos profissionais. Por isso, as lições de marketing apresentadas não duram na maioria das vezes mais do que cinco minutos.

É interessante destacar o fato de que o app do Google não precisa estar conectado à internet para estar funcionando. Isso quer dizer que é só baixar e usar sem ter preocupação com o consumo de dados.

O Primer leva o aprendizado através de lições ou etapas introdutórias. Estas, por sua vez, são divididas em quatro partes com temas específicos: Publicidade, Mensuração, Conteúdo e Estratégia. Apesar de ter o conteúdo simplificado, há uma variedade interessante de tópicos ligados ao marketing, tais como a compra programática de anúncios, storytelling e branding.

As aulas do aplicativo são resultados obtidos por um time de criação do Google em parceria com vários outros profissionais da área que se dispuseram a compartilhar seus conhecimentos e experiências para aquelas pessoas que estão começando agora nessa área.

Os usuários do aplicativo não deverão encontrar muitos problemas para utilizar o mesmo, até porque a interface é bem intuitiva e interativa. Esse ponto chamou um pouco a atenção tanto que ganhou o prêmio “Melhor design de UX”, da Pixel Awards.

O Brasil sai na frente como primeiro país que conta com uma versão localizada do aplicativo. E para quem acha que a escolha do nosso país foi por acaso ou que o app não deve se sair muito bem, basta lembrar que a versão em inglês foi instalada por mais de 40 mil brasileiros.

Para quem quiser ter acesso a versão em português do Primer by Google é só acessar o Google Play ou Apple Store.

Por Denisson Soares


App desenvolvido pela ONG EvoBra pretende facilitar a vida da população que precisa denunciar casos de abuso das autoridades.

As manifestações políticas que aconteceram nos últimos anos tomaram as principais ruas e avenidas de várias cidades do Brasil. Com elas, outro assunto veio à tona: as denúncias em relação à atuação da polícia.

Muitas pessoas, sem saber como agir, usaram as redes sociais para divulgar vídeos e fotos de abuso de poder, falta de preparo e até mesmo falta de identificação dos policiais.

Pensando nisso, a ONG EvoBra desenvolveu um aplicativo que recebeu o nome de “Projeto Vigilante”. O principal objetivo da iniciativa é propiciar inovações em políticas públicas. Por meio dela, os usuários terão a possibilidade de denunciar situações de violência, abuso, desvios de conduta, entre outros.

O app é totalmente gratuito e permite a identificação do tipo de delito, da corporação (militar, civil, guarda metropolitana ou federal) e ainda fornece espaço para que o usuário detalhe, em até mil caracteres, a ocorrência. É possível também anexar áudios, vídeos e fotos. O usuário que utilizar o app como canal de comunicação para relatar denúncias pode optar por revelar sua identidade ou se manter anônimo.

Caso a geolocalização esteja ativa, o aplicativo identificará o local da ocorrência. Se esta configuração não estiver habilitada ou se no momento da denúncia o usuário não estiver conectado à internet, ele poderá posteriormente preencher ou alterar os dados de forma manual. Existe a possibilidade de a denúncia ser feita no modo off-line: os dados serão salvos e encaminhados para o servidor quando o celular estiver conectado a uma rede wi-fi.

Lucas Adib, fundador da ONG EvoBra, afirmou que a ideia consistia no desenvolvimento de uma plataforma que pudesse receber denúncias e as encaminhar para os órgãos competentes. Muitas das denúncias relatadas atualmente acabam não tendo continuidade, pois faltam provas, testemunhas ou evidências que confirmem a veracidade do acontecimento.  

Para custear o projeto, que possui uma equipe de 06 pessoas envolvidas, a EvoBra pretende lançar nos próximos dias uma campanha de financiamento através da internet. O objetivo é a arrecadação de R$ 20.000,00. Após atingir essa meta, a ONG possui pretensão de lançar versões para Windows Phone e IOS. Até o momento, somente usuários da plataforma Android podem realizar o download.

Nos dias de hoje, o envio de denúncias para as ouvidorias das polícias que atuam no Estado de São Paulo só podem ser realizados de forma pessoal, contato telefônico, e-mail ou carta. A ideia da EvoBra é encaminhar as denúncias para os órgãos competentes e formar parcerias com os Estados e municípios conforme a demanda. Outra intenção da ONG é o uso dos dados para bases estatísticas, esse tipo de informação é essencial para a tomada de decisões e planejamento público.

No segundo semestre de 2015, a ONG apresentou o aplicativo em Brasília  num evento realizado pelo Ministério da Justiça, o 1º Laboratório de Inovação para Redução de Homicídios.

Por Beatriz


Se os aplicativos para digitalizar fossem peixes o mercado dos iTunes seria considerado um mar repleto de vida.

Mas encontrar um aplicativo para iPhone que supere a capacidade básica de converter uma foto em PDF pode ser algo demasiadamente demorado, principalmente se a busca for por aplicativos gratuitos.

Mas este problema parece estar perto do fim. O Smartscan Mobile, um aplicativo da  Fidelity National Title Group, consegue atender a esta necessidade sem custo e pode até superar as expectativas com a inclusão de reconhecimento óptico de caracteres (OCR) e outros recursos úteis.

O aplicativo também é fácil de usar, sendo necessário basicamente um toque no ícone da câmera e escolher entre tirar ou importar uma foto ou imagem já localizada na memória interna do iPhone. Realizada a captura da imagem, uma ferramenta aparecerá na tela e permitirá arrastar e cortar a imagem escolhida. Quando necessário diminuir o tamanho do arquivo, o aplicativo automaticamente realiza a conversão da imagem para preto e branco, deixando também a opção de ser armazenada na versão em cores.

As imagens em cores podem ser trabalhadas usando o controle de brilho, contraste e saturação, sendo possível também trabalhar na rotação da imagem.

Os documentos finalizados são salvos em PDF e armazenado em uma biblioteca e podem ser organizados em subpastas. Feito isso, o usuário pode escolher como quer compartilhar o documento, podendo ser como PDF, e-mail como um PDF pesquisável, ou e-mail como JPEG. Os documentos também poderão ser abertos em outros leitores de PDF.

O armazenamento de conteúdo é algo que comumente ocupa espaço e esta é mais uma vantagem do Smartscan que permite digitalizar várias imagens como documento, mesclar documentos já existentes em um só, adicionar imagens a um documento existente. Outra vantagem  é a inclusão de software de OCR, que é capaz de reconhecer os caracteres em um documento e convertê-lo para .Txt.

Por Jaime Pargan





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