Quem tem um celular sabe que não faz diferença se o aparelho é pré ou pós-pago, o valor da ligação para um número de uma operadora diferente da sua é custoso. Visando mudar a atual situação, a Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel – aprovou uma medida em que as ligações deste tipo se tornem mais baratas, contudo essa não é uma medida imediata e a redução ocorrerá de forma gradativa.

O acordo será firmado até 2019 e prevê que o valor de Remuneração de Uso de Rede da telefonia móvel seja reduzido em até 90% se levarmos em consideração os preços atuais. A redução será possível, pois uma empresa utiliza a rede da outra para concluir a chamada, sendo esta uma prática comum em ligações de operadoras diferentes. O acordo diminuirá este valor e este será repassado ao consumidor, diminuindo o preço cobrado pelas empresas.

A Anatel afirmou em nota: “Esta redução de preços de interconexão deverá se refletir nos preços dos serviços de telefonia ofertados pelas empresas ao consumidor, pois haverá aumento de competição no setor”. Dessa forma, é esperado que o preço das ligações entre as prestadoras se assemelhe ao cobrado em ligações entre a mesma operadora, assim será dispensado o uso de mais de um chip, comum atualmente devido às promoções para ligações entre aparelhos da mesma operadora.

A redução irá desencadear uma diminuição nos preços praticados também nas linhas fixas, o que aumentará os benefícios para os usuários. Contudo a mudança ocorrerá aos poucos e dificilmente o consumidor irá notar a diferença rapidamente. As empresas de telefonia por outro lado não serão afetadas pela iniciativa. Tendo em vista que o corte não está ligado ao lucro das empresas e sim no custo da operação. Agora é só esperar para saber se essa determinação da Agência será mantida, afinal, as multas e punições que ela aplicou não foram cumpridas pelas prestadoras. 

Por Robson Quirino de Moraes


Muitas pessoas gostariam de saber por que a tecnologia Android é tão bem vista pelas operadoras. Será que ela gera mais lucros para seus clientes? Ou será que ela é mais lucrativa para as operadoras?

Operadoras e Android:

Que as operadoras adoram o Android não é realmente uma surpresa. Se o cliente for para qualquer uma delas, em qualquer lugar do mundo, ele vai perceber, com certeza, que a maioria dos smartphones tem Android. As operadoras ainda têm as suas melhores promoções e campanhas de marketing focadas em seus smartphones Android.

Os telefones com a tecnologia Android também são uma ótima maneira para as operadoras venderem seus produtos para os clientes que nunca usaram um smartphone antes, ou nunca precisaram de dados em um celular, e levá-los a comprar aparelhos e assinar contratos mais caros. Ou seja, as operadoras ganham mais dinheiro com o Android.

Operadoras e iPhone:

Mas e sobre o iPhone? As operadoras também adoram o iPhone, e elas estão tendo lucro com eles? Aparentemente não, pois o iPhone pode trazer somente alguns clientes extras, mas a que custo? Algumas operadoras são mesmo obrigadas a subsidiar ao máximo o preço do iPhone, como já foi visto em vários negócios, e isso com certeza não traz lucros para as operadoras.  

Por Salete Dias


O deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP) propôs o Projeto de Lei 3099/12 sobre o consumo de créditos pré-pagos de celulares. Na ementa está anunciado que: "Altera a Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997, estabelecendo a obrigatoriedade da atualização monetária dos créditos não consumidos dos planos pré-pagos do Serviço Móvel Pessoal", o que significa que o projeto propõe que o valor dos créditos não consumidos pelo usuário seja atualizado pelas operadoras de celular de serviço pré-pago após 90 dias de sua aquisição.    

De acordo com o deputado que propôs o Projeto de Lei, quando o consumidor adquire o crédito e não o consome por um grande período de tempo, as empresas acabam se beneficiando destes recursos e os ganhos não são revertidos para os clientes. No momento, o projeto que alteraria a Lei Geral de Telecomunicações (9.472/97), ainda não foi entregue às comissões da Câmara dos Deputados e está no aguardo na Seção de Registro e Controle de Análise da Proposição/SGM – SECAP (SGM) – pelo despacho do Presidente da Câmara dos Deputados.  

A notícia está no site da Câmara dos Deputados e o Projeto de Lei 3099/12 encontra-se aqui.

Por Débora Dacanal


Uma coisa que todo mundo sabe, ou pelo menos desconfiava: as operadora e fabricantes de celulares são as campeãs de queixas nos Procons do país inteiro. Cerca de 80 por cento das reclamações levadas aos 21 órgãos de defesa do consumidor do Brasil pertencem às empresas da área de celular. Os número são de 2009, e foram divulgados pelas Folha de São Paulo.

Problemas técnicos com aparelhos recém-adquiridos são um dos principais motivos de dor de cabeça para os consumidores. Para se ter uma ideia, esse tipo de problema somou quase 25 mil das 100 mil queixas durante todo o ano passado.

Cerca de 9 por cento dos problemas enfrentados pelos clientes dizem respeito aos serviços prestados pelas operadoras, principalmente em relação à cobranças indevidas. Além das empresas de telefonia, serviços financeiros, como cartões de créditos estão entre as maiores fontes de reclamações. 

Por Maximiliano da Rosa

Fonte: Yahoo!


Sabe aquelas mensagens de texto que as operadoras de telefonia celular sempre mandam, com promoções e ofertas? A partir de agora só recebe quem quer. Isto mesmo: as operadoras agora só podem enviar estas mensagens aos clientes que autorizarem. Esta é uma determinação da Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel, desde 1° de maio.

A medida surgiu após uma recomendação feita pelo Ministério Público Federal à Anatel, pois o órgão recebe várias reclamações relacionadas ao assunto. O Instituto de Defesa do Consumidor, o Idec, também recebia diversas reclamações.

Novos clientes já poderão permitir ou não nos contratos o recebimento de mensagens; já os antigos, caso não queiram mais receber, entrar em contato com a operador e descadastrar o serviço.

Por Raphael Ramirez

Fonte: G1
 


A empresa telefônica Oi será a patrocinadora oficial da Copa de 2014. A informação foi passada pelo presidente da empresa Luiz Eduardo Falco.

Segundo ele, ainda não foi definida qual a tecnologia que será usada e nem como será a cobertura no Estado de São Paulo, único lugar onde a Oi não tem 100% de cobertura.

Além de São Paulo, a Oi estará presente nas outras sedes dos jogos Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e Salvador.


Para quem não perde nenhuma promoção de créditos, e possui dois telefones de operadoras diferentes não, a solução ideal é ter um celular com a capacidade para uso de 2 chips simultâneos, onde é possível atender e fazer ligações com a opção de qual chip utilizar.

Antes celulares com esta característica eram caros e, em muitos casos, não eram muito confiáveis, pois dependiam muito da capacidade de ajustar à freqüência da operadora. Hoje podemos encontrar no mercado, com marcas “genéricas” celulares a partir de R$ 179,00.

As marcas genéricas podem suprir as necessidades, mas o comprador deve ter a consciência de que não são homologados pelas operadoras de telefonia e que, por isso, não precisam garantir todos os serviços disponíveis para celulares testados e homologados.

Por José Alberi Fortes Junior.


Segundo relatado pelo site da Globo.com, o Brasil é o país que apresenta as maiores taxas de uso do celular do mundo, mesmo com a diminuição destas em cerca de 25% atualmente.

E os altos preços também se alastram para o uso de internet banda larga, que em nosso país ainda atinge uma pequena parcela da população, pelo seu alto custo mensal.

A tecnologia vem se difundindo muito rapidamente e hoje podemos contar com celulares, internet vinte e quatro horas por dia em alta velocidade, TVs por assinatura com milhares de canais enfim, opção é o que não falta nesta área.

Mas, percebe-se que, em relação aos outros países, o Brasil ainda precisa melhorar um pouco na questão do custo que toda esta tecnologia tem para o consumidor. Mesmo com os avanços já obtidos, ainda é preciso caminhar um pouco mais.


Segundo pesquisa divulgada numa reportagem do Valor Econômico, o Brasil possui a tarifa de celular mais cara do mundo. Apesar de gastar menos de sua renda com o serviço de telefonia, o brasileiro continua pagando caro às operadoras.

A empresa responsável pela pesquisa UIT, União Internacional de Telecomunicações, afirmou que a pesquisa foi realizada em 159 países, e o Brasil está em 121º lugar nos custos dos serviços.

Mas, levando em conta o poder de compra do brasileiro, o Brasil fica em último na pesquisa. Os valores elevados representam um obstáculo a ser superado ao acesso e às novas tecnologias de comunicação, segundo a UIT.





CONTINUE NAVEGANDO: