Função faz com que o microSD e o armazenamento interno se tornem um só, aumentando também o armazenamento para aplicativos e jogos.

Uma das novidades trazidas pelo Android Marshmallow aos smartphones com Android, é a possibilidade de se guardar conteúdos como jogos e aplicativos, diretamente no microSD do smartphone, graças a função Android Adoptable Storage que permite ''unificar'' a memória interna do dispositivo, com o microSD do usuário. Porém, por mais incrível que pareça, tanto o LG G5 como o Samsung Galaxy S7, novos high-ends de ambas as empresas, anunciados na MWC deste ano em Barcelona, na Espanha, não possuirão suporte a tal tecnologia.

A tecnologia acaba por facilitar a vida dos usuários, já que ela faz com que microSD e armazenamento interno se tornem um só, aumentando também o armazenamento para aplicativos e jogos em si. Embora já fosse possível fazer tal ato por meio de modos ''alternativos''.

Um dos pontos que chamam a atenção nessa polêmica, é que o Galaxy S6 acabou sofrendo uma enxurrada de críticas por parte dos usuários pelo fato de não possuir suporte aos cartões microSD, considerando um ponto não somente negativo como extremamente decepcionante do smartphone, que a empresa sul-coreana tratou de consertar no Galaxy S7, porém, surpreendendo desta vez com a notícia de que a função que garante a unificação do microSD com o armazenamento interno, e facilita a vida do usuário, não estar presente no aparelho.

A justificativa usada pela Samsung por não incluir o novo modo trazido pelo Android Marshmallow, é que com a unificação feita pelo modo, o usuário não poderia tirar nunca mais o microSD de seu smartphone caso não quisesse perder seus dados, e que grande parte dos usuários, utilizada os cartões microSD apenas como uma ''ponte'' entre os computadores e seus demais dados pessoais, e os smartphones, sendo que com a formatação feita pelo modo, outros dispositivos não poderiam ler as informações de tal. Ainda é dito que a prioridade seria levar essa função, aos smartphones que possuem pouca memória interna, como apenas 8GB, e necessitam de fato, de uma função como essa.

A justificativa foi de certa forma acatada pelos usuários, já que muitos concordam que, embora a função seja um avanço, suas limitações acabam por afastar muitos usuários de tal.

A LG ainda não se pronunciou sobre o assunto.

Por Isis Genari

Galaxy S7

Foto: Divulgação


Nokia C1 será um tablet, com todas as suas funções, em tamanho mais portátil e ainda com a função de celular.

A Nokia está elaborando um grande plano para disputar o grande sucesso do ramo dos smartphones, que hoje é lideram no ranking de vendas em produtos eletrônicos em todo o mundo. O nome do projeto da Nokia é o C1, que, ao menos ao que falam dele até aqui, pode ser o primeiro smartphone a vir com o sistema Android já de fábrica.   

A Nokia, ao passar dos anos, não demonstrou mais nenhum tipo de interesse em entrar para esse ramo, mas, como o mercado simplesmente começou a ferver diante dos olhos dela, a empresa asiática deu início a uma busca para também participar da fatia lucrativa das vendas do smartphone.  

O que o C1 terá de tão especial para chamar a atenção dos que não sabem mais viver sem tecnologia está em seu modelo parecido com um tablet Nokia N1, com seus cantos arredondados, tendo apenas como diferença as dimensões que são menores. Ou seja, o smartphone Nokia C1 será um tablet, com todas as suas funções, em tamanho mais portátil e ainda com a função de celular. A sua estrutura física é de cinco polegadas de tela, câmara traseira de 8 megapixels; a resolução da tela é de 1080p, o flash da câmara fica logo abaixo da lente, garantia de imagens ainda mais perfeitas para quem gosta de uma selfie.           

Ele terá uma ponta USB no canto inferior do aparelho, com um alto-falante que também é encontrado nos modelos iPhones. O desenho do C1 traz toda a inovação de que o smartphone precisa provar para entrar “com garra” no mercado que está cada vez mais disputado – principalmente em relação a todas as tecnologias que tem para oferecer. Falando nisso, o Nokia C1 irá desenvolver todas as suas funcionalidades por meio do Android M – Marshmallow – que é aplicado por um processador Intel Atom, com 2 GB de memória RAM e mais 32 GB de memória interna.   

O lançamento do Nokia C1 está agendado para 2016, mas, pode haver um alargamento desse prazo, já que existe um acordo entre a Nokia e Microsoft para não disputarem o mercado móbile, um pacto feito desde a venda da divisão de smartphones para a Microsoft.  

Resta-nos aguardar para que ver o que em 2016 o Nokia C1 terá para oferecer aos que têm fixação pelos smartphones. Outro detalhe importante, ainda não há noção de preço final para o Nokia C1 ser comercializado.

Por Michelle de Oliveira

Nokia C1

Foto: Divulgação / CNMO





CONTINUE NAVEGANDO: