Kit custa cerca de US$ 125 e irá auxiliar os desenvolvedores a criarem novos Moto Snaps.

Nos Estados Unidos já foram iniciadas as vendas dos novos dispositivos da Motorola, o Moto Z e o Moto Z Force. Por lá os preços estão na faixa de US$ 624 e US$ 720, respectivamente. As vendas, como noticiado antes, estão sendo feitas por meio da Verizon. Juntamente com esses lançamentos a fabricante também está disponibilizando os chamados Moto Snaps. Basicamente são aparelhos modulares que uma vez acoplados aos telefones agregam novos recursos aos mesmos. Entre eles temos o JBL SoundBoost Speaker (que trabalha como uma caixa de som), o Insta-Share Projector (que é um mini projetor), além da bateria extra.

Por aqui a Lenovo já tinha confirmado que em breve começará as vendas do seu novo dispositivo topo de linha e também dos Moto Snaps. Porém, a marca não deu uma data específica.

No meio disso tudo voltamos a Motorola, que anda procurando se fortalecer cada vez mais no que diz respeito aos aparelhos modulares. E foi exatamente com esse objetivo que a fabricante resolveu dar chance para que desenvolvedores externos de hardware possam criar seus “Moto Snaps”. Para isso a Motorola criou um kit para os desenvolvedores de Moto Mods (que é só um outro nome para os dispositivos modulares).

No tal kit, que está custando US$125, os desenvolvedores vão encontrar um Moto Mod de referência, uma capa e uma placa perfurada contendo 80 pinos conectores. Esse último item é um dos mais importantes do kit, uma vez que a placa é necessária para que qualquer projeto de Moto Mod seja iniciado. De acordo com informações divulgadas no site da Motorola, o usuário ao ter acesso a uma placa com 26 fileira de pontos soldados em 2.44 mm é bem provável que não exista muito espaço para que as ideias sejam colocadas em ação. Isso por si só já deixa claro que a marca planejou tudo para “forçar” a compra do kit. Aliás, mesmo com o kit contendo apenas uma, caso o desenvolvedor queira ele poderá adquirir outras!

A fabricante ainda colocou em funcionamento um portal online possibilitando que os desenvolvedores possam usar as informações ali contidas como base. A Motorola garantiu que vai investir cerca de US$ 1 milhão para colocar no mercado alguns dos acessórios que forem criados.

Para o Brasil a disponibilização do kit para desenvolvedores provavelmente irá demorar um pouco (se chegar). Isso até considerando o fato de que o Moto Maker levou uma eternidade para vir.

Além da Motorola, a LG também investiu nos aparelhos modulares com o LG G5. Porém, neste caso ao que parece as pessoas não foram muito com a “cara” do dispositivo.

Por Denisson Soares


Smartphone teria design diferente e ganharia botão \”home\” físico e chassi em metal.

A Lenovo decidiu enfim modificar a aparência do Moto X, algo que já era esperado e prometido pela marca que manteve a linha “Moto” com o sufixo “by Lenovo”. Acontece que no fim de 2015, uma imagem do que seria o novo Moto X (a ser lançado em 2016) vazou na internet e não foi levada à sério até a manifestação de Evan Blass em seu Twitter ( @evleaks) – o especialista em vazamentos comentou ainda: “Who woulda thunk it? Turns out this is 100% real”. ( “Quem pensaria isso? Acontece que ele é 100% real.” ).

As renderizações do aparelho voltaram a aparecer, mostrando bordas arredondadas e traseira plana com o logo Motorola e uma câmera protuberante, que lembra muito a usada no Lumia 950 XL. Além disso, é possível ver na imagem pinos dourados, com um suposto plug no centro. Os pinos levantaram a hipótese de o Moto X 2016 utilizar um carregador similar ao Smart Connector da Apple. Outro ponto é o botão “Home” físico – diferente de versões antecessoras da linha, que de acordo com boatos, estaria trazendo a leitura biométrica ao Moto X.

O chassi de metal traz grandes mudanças, mas o que se vê é que o modelo não agradou o antigo público do Moto X, que discute que a Lenovo teria tirado a identidade do celular. Particularmente – como usuário e consumidor – o design também não me agradou, abandonando a traseira arredondada e os Speakers na parte inferior do aparelho. Os usuários ainda dizem sobre um design genérico trazido pelas empresas chinesas, que estão tomando conta desse mercado.

Sobre os componentes do smartphone, ainda sabe-se pouco, é sabido apenas de um SoC Snapdragon 820 e 4 GB de RAM. Numa outra imagem do TechWeb pôde-se ver um cano de refrigeração como o do Xperia Premium. Diz-se que o aparelho rodará com o sistema operacional Android 6.0.1 Marshmallow.

Ainda com as imagens lançadas, é possível observar no visor do celular uma data, remetendo ao dia 24 de Agosto, possível lançamento do aparelho segundo os internautas. Ao contrário disto, o CEO da Lenovo, Yang Yuanqing, durante uma apresentação sobre um lançamento de uma subsidiária da Lenovo, disse que em 9 de Junho seria apresentado o novo Smartphone da linha Moto. É importante lembrar que já em 17 de Maio, a nova geração do Moto G também será apresentada.

Tobias Lobo C.


Uma novidade tomou conta do mundo da tecnologia. É que a Lenovo, marca que vem crescendo cada vez mais, acabou de comprar, de adquirir a Motorola Mobility, que pertencia ao Google. A Lenovo fez essa aquisaçao para ficar ainda mais forte no mercado.

Na verdade, a empresa chinesa ficará, por conta da Motorola, com 6% do mercado mundial de Smartphones. Esses números, no entanto, são relevantes porque, a partir disso, as vendas da Motorola e da Lenovo ultrapassarão marcas potentes como Huawei e a LG. Seja bem como for, a Lenovo ficará atrás apenas da Samsung e Apple.

Pois bem, outro ponto relavante que podemos focar é, sem dúvida, nas palavras de Yang Yuanqing, chairman e CEO da Lenovo que, em entrevista transcrita na MeioMensagem, afirmou o seguinte: A Lenovo já provou sua capacidade de ser bem sucedida em incorporar e fortalecer grandes marcas, como fizemos com a marca iThink, da IBM.

Outra questão a ser levantada nesse fato, foi a postura da Google. Afinal de contas, a empresa, que havia comprado a Motorola, em 2011, pelo preço de US$ 12,5 bilhões, acabou de vender essa marca por US$ 2,91 bilhões.

A Google, por sua vez, deixou bem claro que fez isso porque está focando cada vez mais em outros sistemas, como o Android, que vem alcançando boas vendas. Por fim, para que o negócio possa ser concretizado, vale dizer que a situação precisa ser aprovada elas agências regulatórias de concorrência nos Estados Unidos e na China. 

Agora é esperar para ver o que essa mudança causará, em termos de impacto para o mercado de smartphones no mundo todo. No Brasil, com efeito, haverá sim algumas mudanças, sobretudo porque as marcas aqui citadas são muito bem requisitadas no mercado nacional de dispositivos móveis, tecnologias e gadgets de uma forma geral. 

A priori, o negócio parece ter sido bom para ambas as partes.

Por Juan Wihelm

Foto: divulgação





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