Utilizar o celular ou smartphone em viagens internacionais pode sair bem caro para o seu bolso. Para evitar dores de cabeça ao retornar para casa, você pode tomar algumas precauções básicas e necessárias, como verificar os pacotes de dados e de voz ideais para quem está fora do país de origem.

Em geral, celulares fornecidos pelas empresas ao funcionário que realizará uma viagem a trabalho apresentam as configurações necessárias para o funcionamento fora do país e os valores são planejados, de certa forma. Mas em se tratando de um smartphone particular, é essencial esclarecer todas as dúvidas sobre o assunto com a operadora.

Operadoras como a Vivo recomendam que antes de viajar, o usuário procure imediatamente o serviço de atendimento ao cliente para ativar o roaming internacional. A Vivo ainda informa que ao chegar ao país estrangeiro, o cliente recebe uma mensagem de texto com informações sobre telefones para o atendimento ao cliente que está fora do Brasil.

É importante também não esquecer de informar junto à sua operadora de telefonia celular sobre o desbloqueio do aparelho. Caso não seja desbloqueado, você pode pagar por valores altíssimos, relacionados a taxas de roaming, segundo reportagem publicada pelo site jornal “O Estado de S.Paulo”.

No Brasil, as operadoras usam a tecnologia GSM, em países da Europa a maioria das empresas opera com essa tecnologia, de acordo com “O Estado de S.Paulo”. Entretanto, saiba que nos Estados Unidos, por exemplo, o padrão CDMA ainda é muito utilizado pelas empresas que operam no mercado norte-americano.

Para quem deseja pacotes de internet, há opções em valores fixos. No caso da Vivo, o usuário tem a opção de pagar R$ 24,90 por dia e, neste caso, não há redução na velocidade e o valor diário pago não é alterado. Para quem deseja apenas se comunicar pela web, a solução é utilizar algum serviço de Wi-Fi do hotel, por exemplo, e acessar WhatsApp, ou mesmo, o aplicativo do Skype, caso o app esteja instalado no smartphone.

Por Letícia Veloso

Celular

Foto: Divulgação


Quem tem um celular sabe que não faz diferença se o aparelho é pré ou pós-pago, o valor da ligação para um número de uma operadora diferente da sua é custoso. Visando mudar a atual situação, a Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel – aprovou uma medida em que as ligações deste tipo se tornem mais baratas, contudo essa não é uma medida imediata e a redução ocorrerá de forma gradativa.

O acordo será firmado até 2019 e prevê que o valor de Remuneração de Uso de Rede da telefonia móvel seja reduzido em até 90% se levarmos em consideração os preços atuais. A redução será possível, pois uma empresa utiliza a rede da outra para concluir a chamada, sendo esta uma prática comum em ligações de operadoras diferentes. O acordo diminuirá este valor e este será repassado ao consumidor, diminuindo o preço cobrado pelas empresas.

A Anatel afirmou em nota: “Esta redução de preços de interconexão deverá se refletir nos preços dos serviços de telefonia ofertados pelas empresas ao consumidor, pois haverá aumento de competição no setor”. Dessa forma, é esperado que o preço das ligações entre as prestadoras se assemelhe ao cobrado em ligações entre a mesma operadora, assim será dispensado o uso de mais de um chip, comum atualmente devido às promoções para ligações entre aparelhos da mesma operadora.

A redução irá desencadear uma diminuição nos preços praticados também nas linhas fixas, o que aumentará os benefícios para os usuários. Contudo a mudança ocorrerá aos poucos e dificilmente o consumidor irá notar a diferença rapidamente. As empresas de telefonia por outro lado não serão afetadas pela iniciativa. Tendo em vista que o corte não está ligado ao lucro das empresas e sim no custo da operação. Agora é só esperar para saber se essa determinação da Agência será mantida, afinal, as multas e punições que ela aplicou não foram cumpridas pelas prestadoras. 

Por Robson Quirino de Moraes





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